quinta-feira, 23 de junho de 2016

A vida, o futebol e o jornalismo esportivo!

Desta forma eu me realizo profissionalmente
Alô, amigos!
Há tempos tenho uma paixão muito grande pelo futebol e outros esportes, principalmente o vôlei. Desde quando assisti a minha primeira Copa do Mundo, a da Argentina em 1978. Lógico que com seis anos não é possível definir o que é certo do que é errado nesse esporte tão brasileiro quanto foram os nossos índios no período da colonização. Mas, eu fiquei contagiado pela magia do futebol. 

E passados 38 anos da minha primeira Copa, ainda sinto a mesma paixão. Paixão esta, que me levou a ser profissional do radiojornalismo esportivo, e trabalhar diretamente em jogos e conviver com os melhores jogadores do futebol brasileiro e mundial. É interessante observar quem ama o futebol. Na maioria das vezes, se torna um obsessivo.

Falcão jogava demais. Era craque
Sentado na arquibancada num dia frio e chuvoso assistindo aquele time sensacional do Internacional de 1979, com Falcão, Valdomiro, Batista, Jair e companhia, percebi que o futebol iria me acompanhar pelo resto da vida. Até tentei ser jogador, mas não deu muito certo, apesar da minha qualidade como lateral-direito. Foi quando descobri que seria repórter esportivo. Pronto, era o que eu precisava para não mais sair do convívio com os boleiros. Todo garoto tem um time de futebol! É impressionante a magia deste esporte. 

Em uma Copa do Mundo, por exemplo, milhões de pessoas em todo o planeta desviam a atenção para o encontro entre países. Com certeza, nenhum evento no mundo, reúne uma quantidade tão expressiva de pessoas. Todos nós sabemos o quanto é importante para a continuidade do futebol, a rivalidade. 

Gre-Nal é Gre-Nal e vice versa
Os clássicos como Gre-Nal, Palmeiras e Corinthians, Vasco e Flamengo, Fla-Flu, Cruzeiro e Atlético-MG, Boca Juniors e River Plate, Barcelona e Real Madri, Milan e Internazionale, Arsenal e Manchester United, nunca deixarão de existir. Até mesmo em um Ca-Ju, Bra-Pel, Guarani e Ponte Preta e Novo Hamburgo e Aimoré. Você já foi em algum deles? Não? Então não sabe o que está perdendo. Sim, já foi? Então vamos conversar. A partir desta postagem aqui no blog estarei contando as histórias reais vividas por mim no futebol, na vida e no jornalismo esportivo!

PRÓXIMO CAPÍTULO NA SEMANA QUE VEM. FIQUE LIGADO!
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