sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Por que fazer crise onde não tem?

Renato, aparentemente, não se importou com a demissão do seu amigo Valdir Espinosa
Alô, amigos!

Sinceramente, confesso que estava com saudades de estar aqui no blog com minhas opiniões e informações. As últimas semanas foram tensas e de muito trabalho para colocar nas livrarias e nas mãos dos torcedores do Novo Hamburgo, a melhor obra literária da conquista inédita do Campeonato Gaúcho deste ano. E graças a Deus, foi tudo ótimo! Fica aqui o meu agradecimento a todos que foram no lançamento d´O Gigante Invisível, na última segunda-feira. 

Agora, mudando de assunto. Fico impressionado com o Grêmio. O time está classificado para as quartas de final da Libertadores, na semifinal da Copa do Brasil, é vice líder do Campeonato Brasileiro, e consegue atrair fatos negativos. 

"De uma hora para outra, Valdir Espinosa foi simplesmente detonado pela direção gremista. Um dos maiores ídolos do torcedor foi demitido, aparentemente, sem motivo. O vice de futebol, Odorico Roman, do alto da sua empáfia, disse que Espinosa estava sem função no futebol profissional do tricolor. Será que foi apenas isso? O que me intriga é que o seu melhor amigo dentro do futebol, Renato Portaluppi, ´lavou as mãos`, junto com o presidente Romildo Bolzan. Aí eu pergunto: por que fazer crise onde não tem?"

Convenhamos, acredito que esta bagunça toda criada pelo Odorico foi numa péssima hora. E, podem ter certeza, o motivo alegado pelo Odorico, é somente a ponta de um problema bem maior! Esperamos que este conflito não atrapalhe a caminhada do Grêmio nesta temporada. 



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